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Como é o mercado de segurança eletrônica no Brasil?

mercado de segurança eletrônica no brasil

Se sabemos que o Brasil é um país que sofre com o alto número de crimes. Em geral, pouco sabemos sobre os dados relacionados ao mercado de segurança eletrônica no país. Neste artigo, vamos apresentar informações mais precisas sobre essa área e o papel das startups na produção de novas ferramentas.

Conhecer mais sobre esse mercado é essencial também para os consumidores, que ficam por dentro do que há mais de moderno na proteção à propriedade. Com os avanços da tecnologia em geral, fica mais fácil proteger o seu negócio, a sua família e a sua residência. Vamos conhecer mais sobre!

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Dados do setor

Os números relacionados ao investimento em segurança eletrônica impressionam: o faturamento foi de R$6,04 bilhões em 2017 e a tendência é de que siga crescendo nos próximos anos, segundo informações da Associação Brasileira de Empresas de Segurança Eletrônica (Abese).

Além disso, a necessidade dos nossos cidadãos de se sentirem protegidos custou ao país R$365 bilhões em 2017, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Somente os gastos diretamente relacionados a fatores como segurança privada e apólices de seguros somaram R$112 bilhões.

Se, por um lado, a falta de segurança gera riscos para o cidadão e para as companhias, ao mesmo tempo os negócios do setor florescem e geram mais soluções e serviços destinados a proteger os contratantes.

O Brasil é um exemplo perfeito para as pessoas que desejam reforçar a proteção em sua empresa ou residência: figuramos, recentemente, no 11º lugar entre os países mais inseguros do mundo, de acordo com informações da ONG norte-americana Social Progress Imperative, o que reflete o potencial de expansão do segmento e a nossa própria necessidade em contar com equipamentos de ponta.

Até bem pouco tempo atrás, a segurança em nosso país era realizada apenas por agentes de vigilância, sem utilizar todo o potencial da tecnologia aplicada ao setor. Porém, a transformação digital e a evolução das ferramentas têm modificado esse panorama.

6 dados sobre segurança eletrônica no Brasil

 

Desafios do mercado de segurança eletrônica

Agora, vamos conhecer algumas questões específicas relacionadas às demandas desse mercado. Confira!

Alta competitividade

Um dos aspectos mais importantes quando falamos em desafios dessa área em particular é a competitividade cada vez mais alta. Há muita oferta de equipamentos e soluções digitais diversas, por diferentes valores. O importante, para os contratantes, é não se deixar seduzir pelos preços muito reduzidos e priorizar empresas com credibilidade já construída no mercado.

Para as empresas que querem conquistar e fidelizar clientes e para os próprios usuários que desejam contratar os melhores serviços em segurança, o desafio é o mesmo: buscar e identificar capacitação técnica. Desse modo, é necessário se manter atualizado e buscar qualificação em relação às exigências.

Atuação irregular no mercado

É importante notar que somente pessoas físicas e jurídicas com certificações específicas e a devida autorização da Polícia Federal são autorizadas a prestar serviços de segurança. Toda e qualquer atividade prestada nesse segmento deve ser fiscalizada e autorizada previamente.

Mesmo assim, é comum que pessoas pouco qualificadas se autodenominem profissionais efetivos da área de segurança eletrônica, oferecendo prestação de serviços e comercialização de uma ampla variedade de produtos, mesmo sem qualquer especialização.

Esses profissionais atuam clandestinamente e ameaçam o bom trabalho prestado por empresas que oferecem soluções digitais e serviços regulamentados.

Essas pessoas devem ser denunciadas à Polícia Federal, pois, além de oferecerem serviços precários de vigilância, essa atuação irregular pode resultar em produtos que não cumprem o que o anúncio promete.

Custos de investimento

Como envolve tecnologia avançada, é necessário mencionar aquele que seja, talvez, o maior desafio do setor de segurança eletrônica: os altos custos de investimento. Muitas vezes, eles entram em conflito com a constante demanda, por parte dos clientes, de serviços de boa qualidade a preços mais baixos.

Além disso, a própria área de segurança eletrônica exige investimentos em capacitação e atualização, tanto da mão de obra quanto na manutenção das ferramentas, que são desenvolvidas e atualizadas de forma periódica.

Portanto, o profissional do setor deve se submeter a reciclagens frequentes para se manter a par das soluções digitais mais utilizadas no mercado. Além da capacitação humana, os equipamentos têm prazo de uso e precisam ser renovados e testados para garantir a eficácia contínua.

Dentro desse contexto, outro desafio é manter a qualidade sem repassar todos os custos elevados de manutenção e mão de obra diretamente aos contratantes para não encarecer demais os preços praticados e correr o risco de perder a oportunidade de realizar novas transações.

Em suma: para lidar com os diversos desafios financeiros da área, é preciso investimentos tanto nas habilidades profissionais como nos insumos e recursos utilizados.

Papel das startups

Startups e multinacionais são responsáveis por um bom número de recursos tecnológicos para a iniciativa privada e órgãos públicos. A cidade de São Paulo conta até mesmo com uma feira internacional de segurança, a Exposec, que reúne as novidades mais promissoras do setor.

Eventos como esse provam que as startups brasileiras têm muito a oferecer quando o assunto é proteção eletrônica. Alunos de engenharia da USP, por exemplo, apresentaram, na edição de 2018, um aplicativo destinado ao monitoramento de carros roubados.

Para isso, os alunos utilizaram câmeras em vias públicas e estabelecimentos privados para mapear placas de veículos roubados na capital paulista. No modelo, uma câmera inteligente é conectada à internet via Wi-Fi ou rede 3G e armazena dados sobre os veículos e os repassa para uma central baseada na nuvem.

A Internet das Coisas é outra ferramenta que vai potencializar os serviços oferecidos pelas startups brasileiras. Uma espécie de conexão equipamentos e sistemas, a IoT otimiza sistemas como a própria automação predial ao implantar uma estrutura inteligente e autônoma que realiza um monitoramento eficiente e ainda poupa recursos energéticos em períodos de inatividade dentro da propriedade.

Além disso, empresas brasileiras já estão empregando a inteligência artificial para otimizar o monitoramento em suas agências. Com a tecnologia atrelada às câmeras, fica mais fácil gerar reações ágeis em caso de assaltos.

Como foi possível perceber neste artigo, o futuro das soluções digitais destinadas à proteção é promissor para o nosso país. As startups e companhias brasileiras estão cientes dos problemas e a tendência é que o setor floresça como um todo.

Percebeu como o mercado de segurança eletrônica no Brasil movimenta cada vez mais profissionais? Porém, é importante que os clientes procuram empresas já com larga bagagem no setor para garantir uma consultoria de alto nível e produtos de primeira linha.

Gostou do artigo e quer que outras pessoas também saibam mais sobre a segurança eletrônica em nosso país? Então, compartilhe o artigo em suas redes sociais e ajude os seus amigos a também dominarem o assunto!

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